Houve um tempo em que acreditei que te amava incomensuravelmente.
E nesses dias convenci-me que morreria se morresses.
Afinal estou aqui a viver cada momento sem ti.
Os tempos de felicidade são sempre tão fugazes!
segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008
sábado, 9 de fevereiro de 2008
sexta-feira, 8 de fevereiro de 2008
Verão
Está tudo calmo nesta manhã de sol.
Escuto o silêncio...
Fecho os olhos e anseio o Verão das noites longas...
Só não sei o que fazer com elas!
Escuto o silêncio...
Fecho os olhos e anseio o Verão das noites longas...
Só não sei o que fazer com elas!
sexta-feira, 7 de dezembro de 2007
Porque sim!
"no tempo em que éramos felizes não chovia.
levantávamo-nos juntos, abraçados ao sol.
as manhãs eram de um céu infinito. o nosso amor
era as manhãs. no tempo em que éramos felizes
o horizonte tocava-se com a ponta dos dedos.
as marés traziam o fim da tarde e não víamos
mais do que o olhar um do outro. bricávamos
e éramos crianças felizes. às vezes ainda
te espero como te esperava quando chegavas
com o uniforme lindo da tua inocência. há muito
tempo que te espero. há muito tempo que não vens."
levantávamo-nos juntos, abraçados ao sol.
as manhãs eram de um céu infinito. o nosso amor
era as manhãs. no tempo em que éramos felizes
o horizonte tocava-se com a ponta dos dedos.
as marés traziam o fim da tarde e não víamos
mais do que o olhar um do outro. bricávamos
e éramos crianças felizes. às vezes ainda
te espero como te esperava quando chegavas
com o uniforme lindo da tua inocência. há muito
tempo que te espero. há muito tempo que não vens."
José Luís Peixoto
(A Criança em Ruínas, Ed. Quasi)
(A Criança em Ruínas, Ed. Quasi)
A este magnífico escritor que apresenta amanhã o seu livro CAL no GaiaShopping

sábado, 1 de dezembro de 2007
E hoje é manhã
E hoje é manhã
e acordo no meu quarto
com a minha pele cheia de ti.
Mas não sabes e nunca saberás
o quanto me custa
ainda sentir-te.
Frente a frente
Hoje vi-te frente a frente
Olhaste-me e pediste-me palavras que eu só podia calar.
Sentaste-te do outro lado da mesa.
Espiaste-me.
Observei-te o jeito nervoso, a voz tímida e o desalinho interior.
Tive pena de ti e apeteceu-me abraçar-te de novo.
Mas agora sei que isso nunca mais voltará a acontecer!
Olhaste-me e pediste-me palavras que eu só podia calar.
Sentaste-te do outro lado da mesa.
Espiaste-me.
Observei-te o jeito nervoso, a voz tímida e o desalinho interior.
Tive pena de ti e apeteceu-me abraçar-te de novo.
Mas agora sei que isso nunca mais voltará a acontecer!
sábado, 20 de outubro de 2007
Fui atrás de tudo o que já não existe
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