sexta-feira, 23 de maio de 2008

Não te reconheço

É verdade que tive algumas recaídas mas de todas elas saí mais forte.
Quem és tu afinal?
Olha para trás e não te reconheço.
Será que foste apenas uma mistificação?

sábado, 26 de abril de 2008

Morte

Mato-te todos os dias um bocadinho.
De forma desequilibrada, aos tropeções, contra o vento.
Também morro muito em cada instante que te mato.
E depois fico aqui, parada, sem saber quem sou.

segunda-feira, 14 de abril de 2008

Um sonho...

É tão difícil matar um sonho de menina!

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008

O tempo em que acreditei

Houve um tempo em que acreditei que te amava incomensuravelmente.
E nesses dias convenci-me que morreria se morresses.
Afinal estou aqui a viver cada momento sem ti.

Os tempos de felicidade são sempre tão fugazes!

sábado, 9 de fevereiro de 2008

Ás vezes

Ás vezes ainda choro...muito!

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2008

Verão

Está tudo calmo nesta manhã de sol.
Escuto o silêncio...
Fecho os olhos e anseio o Verão das noites longas...

Só não sei o que fazer com elas!

sexta-feira, 7 de dezembro de 2007

Porque sim!


"no tempo em que éramos felizes não chovia.
levantávamo-nos juntos, abraçados ao sol.
as manhãs eram de um céu infinito. o nosso amor
era as manhãs. no tempo em que éramos felizes
o horizonte tocava-se com a ponta dos dedos.
as marés traziam o fim da tarde e não víamos
mais do que o olhar um do outro. bricávamos
e éramos crianças felizes. às vezes ainda
te espero como te esperava quando chegavas
com o uniforme lindo da tua inocência. há muito
tempo que te espero. há muito tempo que não vens."

José Luís Peixoto
(A Criança em Ruínas, Ed. Quasi)


A este magnífico escritor que apresenta amanhã o seu livro CAL no GaiaShopping